quinta-feira, 23 de abril de 2009

COMO MANTER A HARMONIA NO LAR (Usando as dez frases "milagrosas")
Mascarenhas18:39:00 0 comentários



COMO MANTER A HARMONIA NO LAR (Usando as dez frases "milagrosas")

Introdução: A comunicação verbal entre o casal criará segurança para ambos, esposa e marido. A palavra dita a seu tempo quão boa é! – Escreveu Salomão. Ocorre que meras palavras, desacompanhadas de atos correspondentes, nada significam. Do coração cheio de amor é que emanam virtudes e ações bondosas.
1 – AMO VOCÊ! A repetição mecânica de – eu amo você pode causar efeito contrário. Os casais precisam ouvir isto um do outro, por isso alguém deverá pronunciar a declaração de verdade. Dizer amo você é dizer: aceito você, quero você; você me conquistou, me agrada, me surpreende. “O maior presente que um pai pode dar a seus filhos é amar a mãe deles”. Ler Ef 5. 25 – Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja; Tt 2. 4 – Ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos.


2 – VOCÊ É ESPECIAL PARA MIM! Com procedimento respeitoso e grato, a pessoa amada sentirá estar ouvindo o outro dizer: Você é especial para mim! Mesmo sabendo que bens e presentes não suprem o emocional interior do coração, presentes e agrados dizem: você é especial! Isto pode ser dito aos parentes do cônjuge sobre a pessoa amada. Citando o sábio Salomão novamente: Sessenta são as rainhas, e oitenta, as concubinas, e as virgens, sem número. Mas uma é a minha pomba, a minha imaculada, a única de sua mãe e a mais querida daquela que a deu à luz (Ct 6. 8-9). Especial aqui é inegociável, precioso, valioso; algo incomparável.


3 – POR FAVOR! Seria desgastante ouvir a todo minuto: por favor; mas a educação promove trato gentil, especialmente no lar. O tom das palavras, em muitas situações, é como estar dizendo: por favor! Se, porém, tal pedido não procede da ternura, a expressão, por favor, fica dispensada, para nada serve. A solicitação gera boa vontade; a coação, mágoas. As pessoas que sabem pedir – por favor – com palavras vindas do coração, conseguem quase todos os seus pedidos atendidos. Isto é ser educado. É cortesia.


4 – OBRIGADO! Gratidão! Oh! Gratidão! Não existem fórmulas mágicas para manter pessoas de bom humor, mas há força em pequenos gestos que a alma promove; a gratidão é um destes. Dizer obrigado é reconhecer o atendimento da pessoa amada a certo pedido; certa atitude que o cônjuge aprecia e que, às vezes, nem solicitou, mas o fez por sensibilidade, fez para agradar. O reconhecimento da operação prestativa da pessoa amada gerará prazer nas demais vezes em que se age. Alguns agradecidos dizem: valeu! Gostei! Beleza! Que capricho! Sejam agradecidos! – escreveu Paulo aos Colossenses – 3. 15.


5 – DESCULPE-ME! Quantos casais estão necessitando urgentemente “dar à mão a palmatória”; dizer: desculpe-me, perdoe-me. Magoa a quem mais significa valor emocional em sua vida – o cônjuge – e deixam por isso mesmo; não entendem que fizeram grosseria, que machucaram um coração terno e bondoso. Não é pedir o perdão e tornar vezes sem conta ao mesmo erro; é tentar emendar-se, e, a partir da desculpa aceita, mudar as atitudes. Para ser perdoado faz-se necessário dar provas de interesse em adaptar-se ao modelo certo. Muitas noites mal-dormidas nascem do coração abatido, agredido, triste. Os humildes contornam isso.


6 – TENHAMOS CALMA! A expressão: “Calma que vai dar tudo certo” – é ouvida constantemente em casos emergenciais. É verdade. Com calma e prudência as providências saem mais corretas e satisfatórias. Decidir as situações com histeria ou desespero pode criar males maiores. O lar merece desfrutar de clima pacífico, agradável. Então, quando algo sair “dos trilhos”, alguém deve proporcionar iniciativa de, calmamente, prudentemente, “colocá-lo nos trilhos” outra vez. O mundo não acabou! Fatos da vida, surpresas aflitivas, algumas perdas não podem ser assumidas para dominar o coração dos membros da família e destruí-la. Alguém deve poder e querer dizer: Tenhamos calma! A precipitação aumenta os dilemas do ser humano.


7 – ISTO VAI PASSAR! Aqui, no mundo atual, não existem situações permanentes. Há tempo de rir e tempo de chorar – escreveu o pregador – Ec 3. 4. Doenças, perturbações e desentendimentos, em muitos casos, demoram a ser dissipados; parece que foram enviados para estarem sempre na nossa casa, mas como declarou o salmista – O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã (Sl 30. 5). As nuvens do firmamento oferecem essa mensagem: Os desenhos revelados são mutáveis, sejam nuvens carregadas ou os cirros iluminados. Tudo passa! Os pesadelos de hoje são combustíveis para o dia de amanhã.


8 – VAMOS DECIDIR JUNTOS! O casamento é uma parceria entre pessoas que se amam. Elas decidiram contribuir com sua parcela de amor e felicidade para o bem-estar de alguém. O diálogo sobre onde vão morar, onde vão trabalhar, onde vão matricular os filhos, enfim, trocar idéias sobre o melhor modo de viverem a vida. A filosofia de um mandar e o outro obedecer em silêncio está ultrapassada. O entendimento pelo melhor é prudente e vantajoso. Embora a liderança do lar seja creditada ao marido, a mulher tem sábios conselhos e ponderações valiosas a dar.


9 – TENHAMOS FÉ EM DEUS! Este é o apelo maior dos corações que conhecem o caminho seguro. A fé é a chave para portas pesadas e “intransponíveis”. A cultura, o preparo matrimonial, a situação financeira equilibrada, bens, moradia, “status social”, e outros valores louváveis são importantíssimos para a família; mas a fé é insuperável e singular. Aquele


10 – VAMOS ORAR! Chegamos ao auge da mensagem. A família que ora unida, permanece unida. Orar é falar com Deus. A oração serve para agradecer a Deus pela vida, pelas pessoas que nos cercam e nos pertencem, pelos bens, pelo pão de cada dia. Com ela, pedimos perdão dos pecados, oramos pelos governantes. Mas o sentido aqui é orar pelo cônjuge. Cedo, à tarde, à noite, pela madrugada interceder, pedir pela pessoa amada. Quanto mais se conhece alguém, mais se pode orar por este com fervor; mais ainda pelo cônjuge com que se convive.


Conclusão: O casal que troca elogios, carícias e elogios vive bem. O ponto de maior discernimento para a harmonia é aceitar o cônjuge como ele o é. Se algo pode ser “melhorado”, não se deve usar a marreta, mas o “martelo” de algodão. Solavancos não geram bem-estar. Não é com pedras na mão que vamos estabelecer a paz no lar.


Fonte: www.pastorodair.com.br
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